quinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 3 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
1 de Outubro em Montemor - Greve e Concentração mostram descontentamento



Desta grande jornada de luta, de que se destacam as greves nacionais da Função Pública, da Administração Local e dos Enfermeiros, só se pode concluir que o povo não está a baixar os braços, não se resigna, vai à luta e acredita que é possível viver melhor e praticarem-se políticas onde se valorize o papel dos trabalhadores no desenvolvimento e transformação da sociedade. A vida não está fácil. São impostos demasiados e pesados sacrifícios aos trabalhadores e à maioria das famílias. Tal deve-se às políticas seguidas pelo Governo e às práticas patronais dominantes. Por isso, foi importante a resposta dada e os milhares e milhares de portugueses que aderiram a esta jornada de luta.
Em Montemor-o-Novo, 99% dos trabalhadores da Câmara Municipal aderiram à greve. Percentagem que significa que a esmagadora maioria (99%) dos serviços da autarquia estiveram encerrados. Nenhuma Junta de Freguesia, pelo que se apurou, esteve a funcionar. Em relação à Função Pública há que destacar que a Escola Secundária encerrou portas a partir das 10h00, facto possível porque mais de metade dos funcionários fizeram greve, não possibilitando o funcionamento da cantina e bar.
Outra iniciativa, que teve igualmente saldo positivo, foi a realização, pelas 15h30, de uma Concentração de Trabalhadores, no Largo Calouste Gulbenkian, junto à Avenida Gago Coutinho. Perante cerca de 150 pessoas, alguns membros da Comissão Sindical dos Trabalhadores do Município intervieram, tal como uma representante do Sindicato da Função Pública. Após as intervenções, reflexões, distribuição de documentos, os participantes na iniciativa fizeram uma marcha por algumas ruas do Centro Histórico de Montemor.
A Comissão Sindical de Montemor-o-Novo
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Manifestação 5 de Junho - Ecos da Imprensa
"A manifestação da CGTP contra a proposta de revisão do Código do Trabalho juntou hoje em Lisboa cerca de 200 mil pessoas, segundo dados da polícia no local.
A central sindical, por seu turno, reclama a presença de mais de 200 mil pessoas na zona da Praça do Marquês do Pombal, da Avenida da Liberdade e da Praça dos Restauradores, em Lisboa, para protestar contra a proposta governamental de revisão do Código laboral.
A Avenida da Liberdade está repleta de manifestantes e o fim do cortejo está ainda na Praça do Marquês de Pombal, enquanto o líder da CGTP, Carvalho da Silva está a fazer uma intervenção político-sindical na Praça dos Restauradores, confirmou a agência Lusa no local.
A confirmarem-se os números, esta manifestação deverá, pelo menos, igualar a de 18 de Outubro, quando 200 mil pessoas se manifestaram em Lisboa contra o aumento do desemprego, da precariedade laboral, da pobreza e das desigualdades sociais.
Manuel Guerreiro, da comissão executiva da CGTP, disse à agência Lusa que "em Aveiro e no Porto não puderam vir todos os trabalhadores que estavam inscritos porque já não havia autocarros disponíveis para alugar".
"Muita gente quis vir aqui manifestar o seu protesto contra a proposta de revisão do Código do Trabalho e contra o agravamento das condições de vida, e isto não tem nada a ver com afinidades político-partidárias porque há muita gente que vota no Partido Socialista", salientou o sindicalista.
Publico on line, 05 de Junho
"De acordo com a comissária da PSP Paula Monteiro «cerca de 200 mil pessoas» marcaram hoje presença na manifestação organizada pela CGTP contra a reforma do Código do Trabalho.Passava pouco das 16h00 quando a multidão começou a descer a Avenida da Liberdade, depois de se ter concentrado no Marquês de Pombal. Mas quando a 'cabeça' da manifestação chegou aos Restauradores, a 'cauda' chegava ainda ao Marquês e enchia as avenidas Sidónio Pais e Fontes Pereira de Melo.
De todo o país chegaram autocarros com trabalhadores dos sectores público e privado.
O comício nos Restauradores foi aberto pela Interjovem que falou da precariedade no trabalho, nos salários que rondam os 500 euros e no constante adiar da independência financeira. «Agora e sempre, a juventude está presente», gritou o líder da Interjovem."
Sol, 05 de Junho
"Não vamos parar. Nem no sector público nem no privado". A promessa de Carvalho da Silva pode não ser inédita, mas o número de pessoas concentradas a ouvi-la é sem dúvida dos maiores de sempre: são 200 mil os manifestantes que estão neste momento entre os Restauradores ao Marquês de Pombal, em Lisboa.
O secretário-geral da CGTP tem já uma data agendada para o que chama "grande jornada de protesto nacional". Carvalho da Silva garantiu aos microfones do palco montado nos Restauradores que dia 28 de Junho o país vai ter um novo protesto, de Norte a Sul.
Apesar do Conselho Nacional da CGTP reunir dia 23 deste mês, Carvalho da Silva não quer esperar pelas conclusões da revisão da lei laboral e desafia o país para arrancar para a rua dia 28."
Expresso, 05 de Junho
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Aviso Geral contra a Precariedade e desregulamentação das Leis Laborais
60.000 trabalhadores a lutar pelos seus direitos sociais e laborais!
A luta que os trabalhadores têm levado a cabo nos últimos tempos, exigindo uma mudança de políticas, constituem um sério aviso ao Governo!
"O que o Governo tem de fazer, não é uma revisão com o receituário do patronato, nem com as recomendações do Livro branco das Relações Laborais, o que tem de fazer é uma revisão para melhorar as relações de trabalho, que corresponda aos compromissos e propostas assumidos quando o Código do Trabalho foi discutido no parlamento".
Carvalho da Silva

