quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Greve Geral de 24 de Novembro
Estamos na presença da maior greve de sempre no distrito.
Consulte aqui!
Greve Geral - Grande Adesão Confirmada no distrito de Évora
A recolha de lixo e a varredura pública ficaram praticamente paralizadas em todo o distrito, tendo saído apenas 2 carros de recolha nas 14 autarquias do distrito. Verificaram-se ainda o encerramento de grande parte dos edifícios dos paços do concelho, sector operário com 95 % de adesão e a esmagadora maioria dos estabelecimentos escolares do 1º, 2º e 3º Ciclos e Pré-Escolares igualmente encerrados.
Confirma-se assim plenamente a grande adesão dos trabalhadores do sector da administração local a esta jornada de Luta, em defesa da dignidade e condições de vida dos trabalhadores, repudiando veementemente as políticas anti-sociais, injustas e insensíveis com que este Governo penaliza os trabalhadores e afunda o País.
Ao final da manhã, registavam-se os seguintes níveis de adesão das instalações, estabelecimentos e empresas do poder local, por concelho:
CONCELHO ADESÃO %
Alandroal 87
Redondo 96
Arraiolos 98
Reguengos
Monsaraz 39
Borba 87
Vendas Novas 100
Estremoz 50
Viana Alentejo 92
Évora 90
Vila Viçosa 71
Montemor-o-Novo 99
Escolas EB1,2,3 e Pré-Esc. 86
Mora 100
SITEE 100
Mourão 12
GESAMB 88
Portel 89
FLUVIÁRIO DE MORA 100
Évora, 2010/11/24
12,30 horas
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Sítio on-line de apoio à Greve Geral
www.grevegeral.net
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Horários dos Autocarros - Manifestação Frente Comum Sindicatos da Admnistração Pública - 06 de Novembro, Lisboa
ALANDROAL
10,00 h. - ALANDROAL (Terminal Rodoviário)
ARRAIOLOS
12,30 h. - ARRAIOLOS (Multiusos, junto ao Estaleiro Municipal)
BORBA
10,30 h. - BORBA (frente à Câmara Municipal)
ESTREMOZ
11,00 h. - ESTREMOZ (junto aos Bombeiros Voluntários)
ÉVORA
11,00 h. – ÉVORA (Rossio, junto ao Hotel D. Fernando)
MONTEMOR-O-NOVO
12,30 h. - MONTEMOR (Cine-Teatro “Curvo Semedo”)
MORA
12,00 h. - MORA (frente à Câmara Municipal)
PORTEL
10,00 h. - PORTEL (Terminal Rodoviário)
REDONDO
10,30 h. - REDONDO (Estaleiros Municipais)
VENDAS NOVAS
13,00 h. - VENDAS NOVAS (frente às Piscinas Municipais)
VIANA DO ALENTEJO
10,30 h. - VIANA (Estaleiros Municipais)
VILA VIÇOSA
10,15 h. - VILA VIÇOSA (junto à Cantina Escolar)
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Manifestação Nacional da Frente Comum - 6 de Novembro

Faz eco da indignação e da revolta que sentes. Dá mais força à luta de todos nós!
É preciso aumentar a luta contra a política injusta e imoral do Governo PS/Sócrates, tendo como pano de fundo a Greve Geral de 24 de Novembro mas desde já na construção daquela que será uma poderosa manifestação de protesto e de revolta dos trabalhadores da Administração Pública – a Manifestação Nacional do próximo dia 6 De Novembro!
A solução para os problemas do país não passa pelo aumento da exploração, do desemprego e da degradação do poder de compra dos trabalhadores, antes deve incidir em medidas que valorizem os salários, promovam o emprego, a produção e os serviços públicos!
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tempo de Antena Rádio - Greve Geral, 24 de Novembro
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Plenário da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública
Consulta a resolução aqui
domingo, 10 de outubro de 2010
Moção de Apoio à Greve Geral de 24 de Novembro
A Comissão Executiva da D.R. do STAL decidiu elaborar uma Moção de apoio à Greve, a ser subscrita pelo maior número possível de trabalhadores nos vários locais de trabalho do distrito.
MOÇÃO DE APOIO À GREVE GERAL 24 DE NOVEMBRO
Estas medidas profundamente injustas e insensíveis às dificuldades das famílias irão atirar o país para a maior recessão de que há memória, com efeitos recessivos imediatos sobre toda a economia. Elas não são inevitáveis como nos querem fazer crer, pois não mexem nos lucros dos grandes grupos económicos e financeiros, nos institutos criados à sombra do aparelho do Estado e não contemplam qualquer investimento para o apoio ao crescimento da economia e do emprego. Há alternativas. Neste caso, não estamos a sair dos problemas, mas a enterrar-nos profundamente neles, pois estamos perante um processo de subordinação à chantagem da banca internacional que a tudo recorre para impor a sua estratégia de acumulação de riqueza à custa dos países.
Os trabalhadores e grande parte do povo português vivem dificuldades crescentes que têm causas e responsáveis, quando é anunciado que nunca como agora os grandes grupos económicos conseguiram acumular tanta riqueza. A uma fase de sacrifícios segue-se outra: primeiro foi o PEC, em Maio o tango dançado em conjunto, resultou no PEC 2 e nas medidas adicionais, com a garantia de que eram novos (velhos) sacrifícios necessários mas mais do que suficientes para fazer face à crise até 2013. Passados apenas 4 meses, dizem-nos que se voltaram a enganar nas contas e que não chega, será que alguma vez chegará ?. O Governo entretanto não se sente responsável por nada do que se tem vindo a passar nestes últimos quase 6 anos.
Os trabalhadores abaixo assinados consideram que só uma forte resposta de luta de toda a população atingida por estas políticas anti-sociais e de desastre pré-anunciado do país, permitirá alterar estas políticas e construir um Portugal mais próspero, pelo que proclamam o seu apoio à convocação de uma grande Greve Geral para o dia 24 de Novembro de 2010.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Jornada de Luta - 29 de Setembro de 2010
Os largos milhares de trabalhadores que marcaram presença ontem em Lisboa, no Porto e um pouco por toda a Europa, representam uma boa parte da massa humana, que é a esmagadora maioria da população e que têm rendimentos muito baixos. É um crime continuar a pedir sacrifícios aos mesmos, quando aqueles que os receitam e propagandeiam continuam a acumular riqueza. Este é um processo a que urge pôr termo!
Na sequência do pacote de medidas de austeridade anunciado pelo Governo, a CGTP disse, hoje mesmo, que vai "intensificar a luta", podendo culminar numa GREVE GERAL.
Porque o país precisa de outra política – QUE RESPONDA ÀS NECESSIDADES DOS TRABALHADORES – é fundamental a firmeza no combate e a união de todos os esforços para derrotar este modelo económico assente nos baixos salários e na precarização, que não promove o crescimento nem o desenvolvimento, é um obstáculo ao progresso e ao bem-estar dos trabalhadores e das suas famílias.